O processo de decolagem do avião pode ser assustador para os passageiros. Alguns passageiros sentem-se mal durante a corrida de decolagem e a subida do avião. Existem mesmo passageiros com medo ou mesmo pânico da decolagem, devido a sustos que tiveram no passado ou mesmo acidentes que sofreram ou que ocorreram recentemente. A frequência e a gravidade dos acidentes que têm ocorrido, de que se ouve falar nas notícias, causam insegurança nos passageiros.
Do ponto de vista do piloto, quer a decolagem, quer a aterrissagem do avião exige uma grande atenção, pois são sempre um desafio, tendo em conta as condições atmosféricas (exemplo: ventos, chuva, nevoeiro), o peso do avião ou da aeronave, a altitude do aeródromo ou aeroporto e o comprimento da pista, ou o facto de ser de dia ou de noite.
Todos os aviões necessitam de um fluxo constante de ar pelas asas para a sustentação da aeronave e também de uma área plana e livre de obstáculos onde seja possível alcançarem a velocidade requerida para decolar e obter voo, ou diminuí-la, se for uma operação de aterrissagem.
Em geral, todos os aviões necessitam de um aeroporto, que disponha de infra-estrutura apropriada onde possam receber a devida manutenção e reabastecimento, e para a movimentação dos tripulantes, passageiros e carga.
A maior parte dos aviões pousa e decola em terra. Contudo, existem alguns que o podem fazer sobre a água (hidro aviões), enquanto que outros podem decolar e pousar tanto na água quanto em terra (aviões anfíbios) e alguns até mesmo sobre superfícies congeladas.
Antes de decolar, os comissários de bordo pedem aos passageiros para apertarem os cintos e avisam que o avião irá decolar, para além de darem outras informações que considerem importantes, como por exemplo medidas a seguir em caso de emergência.